quarta-feira, agosto 03, 2011

Da Andragogia ao Ensino à Distância


Por: J. Edgard Machado, Ph.D.

A aprendizagem é uma experiência universal, que decorre ao longo da vida de qualquer indivíduo. Assim sendo, não se deve entender o fim da escolaridade obrigatória como o fim da aprendizagem, dado que as necessidades de aquisição de conhecimentos e hábitos ocorrem durante toda a nossa existência. Quando o ser humano deixa de aprender, passa a pôr em risco a sua própria capacidade de sobreviver. Enquanto a pedagogia utiliza métodos e meios de ensino inteiramente voltados para as crianças, a andragogia está totalmente relacionada com a aprendizagem dos adultos.

De acordo com Allen Tough, um estudioso sobre as principais motivações dos adultos face ao processo de aprendizagem, “um adulto aprende sobretudo quando não é ensinado”. Isto porque são características gerais da aprendizagem dos adultos as seguintes:

- O estudante adulto aprende melhor quando não precisa confiar na sua memória;

- Consegue aprender através da sua própria atividade, com o material didático que lhe pareça importante para a sua vida quotidiana e utilizando a sua própria experiência;

- Necessita encontrar respostas “certas” à primeira tentativa;

- A prática repetida reforça-lhe os conhecimentos novos;

- Na medida em que o aprendente puder aprender segundo o seu próprio ritmo consegue reter por mais tempo, aquilo que aprendeu.

Alguns educadores afirmam que, na primeira fase da vida adulta, os motivos para o estudo dos adultos estão ligados: à procura de um lar, à criação dos filhos e ao progresso no trabalho. Na meia-idade pode predominar a mudança de ocupação aliada à preparação do futuro dos filhos adolescentes, bem como a consciência de algumas ambições frustradas. Na velhice os motivos mais importantes relacionam-se com o ajustamento salarial face à reforma e ainda ao decréscimo da força física.

Estudando, os adultos procuram empregar construtivamente os seus tempos livres e encontrar uma filosofia de vida que, aparentemente, lhes dê algum significado. O ensino à distância, enquanto modalidade do ensino semi-indireto, bem distinto do ensino presencial (professor/alunos), está intrinsecamente ligado às características gerais da aprendizagem dos adultos, porque o aprendente pode escolher:

terça-feira, agosto 02, 2011

Tauá terá fábrica de tênis Nike

Assessorada pelo ex-secretário de Indústria e Comércio do Ceará e hoje consultor Raimundo Viana, a Aniger – que já fabrica, em Quixeramobim, tênis da marca Nike com a mão de obra de 4 mil funcionários – abrirá uma unidade em Tauá, na região dos Inhamuns, no Oeste cearense.


A Anifer fará em Tauá, também, tênis da marca Nike.

Investirá R$ 40 milhões e criará 1 mil empregos. A empresa terá os incentivos fiscais concedidos pelo Governo do Estado do Ceará.

Ela ocupará um galpão industrial doado pela Prefeitura Municipal de Tauá.

A propósito: está confirmada para quinta-feira, 4, a inauguração da Usina Solar de Tauá, com a presen~ça do governmador Cid Gomes e do empresário Eike Batista, controlador da MPX, que a construiu e a opera.

Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/economia/taua-tera-fabrica-de-tenis-nike/

Coma com inteligência

Saber quais nutrientes são essenciais em cada fase da vida ajuda a fortalecer o corpo para viver mais e melhor



Que o corpo humano é a máquina mais perfeita que existe ninguém discute. Músculos, órgãos, ossos, articulações... Eles trabalham em perfeita sintonia e, em cada etapa da vida, necessitam de mais, ou menos, de algum nutriente. "Escolhas alimentares erradas podem retardar o crescimento e o desenvolvimento da pessoa", explica a gestora de nutrição e dietética do Hospital Santa Helena Sheila Mittelstaedt Pasquarelli. Portanto, é mais prático entender o que o organismo necessita por um determinado período, se abastecer do nutriente e, assim, dar um longo e saudável passo para a próxima fase. Vida Natural & Equilíbrio mapeou para você, do nascimento à terceira idade, o caminho dos principais aliados da saúde. Mas não precisa guardar segredo, não.



NO COMEÇO DA VIDA...

O alimento mais importante, sem dúvida, é o leite materno. De acordo com a

Organização Mundial de Saúde (OMS), esta é a refeição ideal para o ecémnascido até os primeiros seis meses de vida, pois oferece os nutrientes indispensáveis.

"É rico em imunoglobulinas protetoras, que aumentam as defesas imunológicas do lactante, em taurina [aminoácido essencial para o sistema nervoso] e em todas as vitaminas", diz a nutricionista Luciana Cardoso Teixeira, do ospital Beneficência Portuguesa.

Além disso, a sucção do seio ajuda no desenvolvimento maxilar do pequeno,estimula a mastigação e deglutição.

Após meio ano de vida, alimentos pastosos e de fácil digestão, além da água,

devem ser inseridos no cardápio. "Nesta fase, o bebê tem mais necessidades de calorias, proteínas e vitaminas", explica Luciana. Comece com sucos (sem açúcar) de laranja-lima, cenoura, mamão ou maçã, nos intervalos da mamentação.

Com o passar dos dias, uma das mamadas da manhã poderá ser substituída por frutas amassadas ou raspadas, como banana, maçã, pêra ou mamão. Vale lembrar, as refeições nunca devem substituir o aleitamento, pois, no nício, a quantidade de alimentos ingerida é pequena.


"Aos 3 anos, o cálcio é o principal nutriente para a criança".


SAUDÁVEL DESDE CEDO

Aos sete meses, o pequeno já pode comer papinhas salgadas. "Ela deve ser composta por carne ou frango, leguminosas [feijão, ervilha, lentilha, grão-debico], hortaliças [folhas verdes], legumes [batata, abobrinha, cenoura] e cereais [arroz]", revela Sheila. Para isso, é importante utilizar o sal do próprio alimento e passar a papinha em uma peneira grossa.

O ideal é começar com, no mínimo, quatro colheres de chá e ir aumentando até, no máximo, 20 de sopa rasas.

Mesmo após a interrupção da amamentação, os ossos ainda precisam de álcio para se desenvolver. "A partir dos nove meses, a oferta do mineral para os pequenos parte do leite e seus derivados, pelo menos três vezes por dia", diz Sheila. Vale ressaltar, papinhas industrializadas devem ser evitadas: possuem excesso de sódio.


Engatinhar é preciso

Por Leonice Torezani Moser – Psicopedagoga


Quando o seu filho descobre que pode se movimentar sem a sua ajuda, ele desenvolve conexões cerebrais que vão ser importantes para o aprendizado da fala e da escrita, Quem anda direto pode sentir falta dessa etapa depois. Caia no chão com ele, rasteje, ...

Muito pai e mãe ficam cheios de orgulho quando o filho pula a fase do engatinhar. Andar direto é visto como sinônimo de precocidade, quase um atestado de QI acima da média, daquelas coisas que a gente gosta de comentar na sala de espera do pediatra. Não é à toa que nos espantamos quando o médico aconselha a pôr o filho no chão e estimulá-lo a, exatamente, engatinhar. “Ué, mas isso não é voltar atrás?”. Não mesmo. Essa é uma etapa tão importante que pode ajudar seu filho depois, na hora de aprender a falar, a escrever, a copiar as atividades escolares. ...

A coisa parece meia maluca, mas faz sentido. “Quanto mais possibilidades motoras a criança tem, mais preparada à estrutura neurológica estará para as funções superiores – aprendizado da escrita, da fala e do pensamento”, afirma Odete Rombino, que trabalha com reorganização neurofuncional utilizando método Padovan.

Ao engatinhar o campo visual do bebê aumenta, e ele adquire percepção de espaço e tempo – começa a notar volume, distância, ..

Quando seu filho conseguir virar de bruços, prepare-se! Os bracinhos já estão mais fortes, e, um belo dia, ele jogo o corpo para frente, vira a barriga para baixo, apóia as mãos e os joelhos no chão, empina a bundinha e lá vai atrás do que lhe chamar mais a atenção.

“É instintivo fazer movimentos cruzados (braço direito e perna esquerda), explica a fonoaudióloga Fernanda Rombino. Com o passar do tempo, a cadeia muscular, sob o comando do cérebro, adquire maior organização. Aos poucos os reflexos se tornam ações voluntárias, aprendidas. “ Até então, qualquer ação do bebê era ato reflexo, como buscar o peito da mãe para mamar”.


Proibidos no Canadá, os andadores estão com os dias contados no que depender dos pediatras brasileiros. Os motivos:



Andadores aumentam o risco de quedas e traumatismos. como as rodinhas atingem uma velocidade que a criança não está preparada para controlar, permitir seu uso é como dar a chave do carro a alguém qua não tem habilitação para dirigir. "Os casos mais graves são os de quedas em escadas" diz o pedatra Danilo Blank, do Departamento de Segurança da Sociedade Brasileira de Pediatria


Eles atrapalham o desenvolvimento motor e atrasam os primeiros passaos. A criança se apoia sobre o equipamento como se fosse uma bengala, o que afeta o desenvolvimento do equilíbrio. Para a fisiatra Gláucia Somensi Alonso, da AACD, o andador muda a forma como as crianças exploram o ambiente. "As que usam o apoio geralmente não aprendem a cair sem levantar", diz.


REVISTA VEJA , GUIA VEJA - edição 2144 - ano 42 - n 51, 23 de dezembro de 2009

segunda-feira, agosto 01, 2011

Mozart, relaxa e faz crescer

Um estudo da Escola de Medicina da Universidade de Telavive (Israel) confirma os benefícios do compositor austríaco junto dos recém-nascidos.


Os investigadores observaram que os bebés prematuros ganham peso mais rapidamente quando ouvem a música de Mozart, algo que não acontece com Bach ou Beethoven.

Isto acontece porque a música do primeiro tem um efeito relaxante, o que faz diminuir o metabolismo e reduzir o dispêndio de energia. Por isso, já sabe. Em vez de lhe cantar canções de embalar, dê-lhe... música!

Artigo publicado em Sapo Saúde.
Responsabilidade editorial e científica da informação da revista Prevenir.

Como você será daqui a alguns Anos?

Futricando na Internet, encontrei esse. Ele mostra qual a sua aparência depois de 20 ou 30 anos ( cabe a você escolher). Se vocês se interessarem, o site é esse:




Hoje é Dia Mundial da Amamentação:

A Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam aleitamento materno exclusivo até que o bebê complete seis meses de idade.

“As mamas são preparadas naturalmente durante a gestação e o que faz produzir leite é o bebê sugar as mamas - quanto mais suga, mais leite”


No dia primeiro de agosto comemora-se o dia mundial da amamentação.

A data foi criada a fim de promover o exercício da amamentação natural, com o objetivo de combater a desnutrição infantil, além de possibilitar a criação de bancos de leite para crianças que não têm condições de serem amamentadas por suas mães.

O leite é um dos principais alimentos para nutrir o organismo humano e por isso, toda criança, ao nascer, deve ser amamentada.

Além dos laços afetivos com a mãe, a amamentação é necessária, pois é a forma da criança receber cálcio, fósforo e ferro, além de outros nutrientes importantes para que tenha um crescimento saudável, como as vitaminas. Garante a boa formação óssea, que vai do nascimento até os trinta e cinco anos de idade.

Os bebês devem ser amamentados até por volta dos dois anos de idade, para garantir sua saúde e imunizar contra doenças respiratórias e diarreicas, além das doenças crônicas, problemas cardiovasculares, diabetes, hipertensão e osteoporose.

Já se comprovou, cientificamente, que crianças que são amamentadas por suas mães, têm um desenvolvimento melhor, além do nível de inteligência ficar mais elevado. Isso em razão das trocas afetivas que acontecem durante o ato de amamentar.

A importância do colo, do aconchego materno, que traduz a proteção e o amor, faz com que o trauma de sair de dentro da barriga de sua mãe seja menor, pois lá a criança estava quentinha e bem alimentada.

A UNICEF e a OMS se uniram em campanha, recomendando às mães que o sucesso para que as mesmas consigam amamentar exclusivamente, até os seis meses de vida da criança, é iniciar o processo de amamentação logo em seguida ao parto; não oferecer outro tipo de alimento para o bebê como água e chás; que o peito seja oferecido todas as vezes que a criança quiser, chorar ou manifestar fome; e não fazer o uso de chupetas e mamadeiras, para não acostumar a criança a uma forma mais fácil de sucção.

Mundialmente falando, a amamentação ganhou um evento especial, a semana da amamentação, organizado pela World Alliance for Breastfeeding Action (WABA), com o objetivo de divulgar as benfeitorias do aleitamento materno. A cada ano são abordados diferentes temas, como a inserção da alimentação complementar que a criança necessita receber, após os seis meses de vida, mas mantendo a amamentação até que complete dois anos ou mais.

No Brasil, o aleitamento materno é levado muito a sério, possuindo a maior e melhor organização de bancos de leite do mundo, existem 163 unidades espalhadas por todo o território nacional.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

Bebê com muitos gases... O que pode ser?

Os gases
Por Dr. González


Tanto os bebês como os adultos podem ter gases no estômago ou no intestino (sobretudo no intestino grosso). Mas são duas questões completamente diferentes.

O gás encontrado no estômago é ar, ar normal e corrente que o indivíduo engoliu (é o que os médicos chamam aerofagia, engolir ar). Os bebês podem engolir ar ao se alimentar, ou ao chorar, também quando chupam dedo ou chupeta.

O gás que está no intestino é diferente, basta cheirá-lo para perceber. Contém nitrogênio do ar deglutido (o oxigênio foi absorvido pelo tubo digestivo) e gases que são produzidos no próprio intestino pela digestão de certos alimentos e que dão seu odor característico.

Quando um bebê engole muito ar, seria possível que soltasse muito “pum”, porém é mais fácil que o excesso saia por cima, com arrotos. Um excesso de gases no intestino é mais provável que seja proveniente da digestão que do ar deglutido. Quando o bebê não mama corretamente, porque está com a pega errada ou tem outra dificuldade, é possível que tome muita lactose e pouca gordura e a sobrecarga de lactose pode produzir um excesso de gases. Além disso, por estar com a pega errada, é provável que engula ar enquanto mama. Mas nem a pega incorreta é a principal causa dos gases, nem os gases são o principal sintoma da pega incorreta.

Os gases em excesso no intestino só podem ser eliminados sob a forma de “pum” . Por sorte, não podem fazer o caminho inverso e sair pela boca.
É mais fácil eliminar o ar do estômago (quer dizer, arrotar) em posição vertical que em posição horizontal. Como nossos antepassados estavam sempre no colo de suas mães, em posição mais ou menos vertical, não deviam ter muito problema. No século passado o uso das mamadeiras e dos berços ficou generalizado. Com a mamadeira, o bebê pode engolir muito ar, e no berço é difícil soltá-lo; por isso parecia importante colocar o bebê para arrotar antes de colocá-lo no berço.


Contudo, não parece que os gases incomodam os bebês, salvo em casos extremos. Muita gente pensa que a principal causa do choro em bebês pequenos seja os gases; e muitos dos medicamentos que ao longo do tempo se tem recomendado para a cólica do lactente se supunha que ajudavam a expulsá-los (esse é o significado da palavra carminativo), ou para evitar a formação de bolhas (nunca entendi o porquê, mas sim, algumas gotas para cólicas são antiespumantes).
 
Nem todos estão de acordo com a causa das cólicas (mais adiante explicarei minha teoria favorita), mas parece que não restam mais defensores sérios da teoria dos gases. Há muitos anos, quando não se sabia que o excesso de raio x era maléfico e se faziam radiografias por qualquer bobagem, alguém teve a idéia de fazer radiografias dos bebês que choravam (o gás é visto perfeitamente como uma grande mancha negra na radiografia). Comprovou-se que os bebês têm poucos gases quando começam a chorar, porém muitos gases quando levam um tempo chorando. O que ocorre é que engolem ar ao chorar, e como não podem chorar e arrotar ao mesmo tempo, vão acumulando gases até que param de chorar. A mãe costuma explicar assim: “Pobrezinho, estava chorando muito porque estava cheio de gases. Peguei, dei uns tapinhas, ele, conseguiu arrotar e melhorou”. Na realidade, a interpretação correta seria: “Pobrezinho, chorava porque estava com saudade de mim. Quando peguei ele no colo e fiz carinho, ele se tranquilizou e deu um arroto enorme com todo o ar que tinha engolido enquanto chorava”.


Acho que isso explica a importância do arroto no século passado. Quando a mãe tentava colocar o bebê no berço logo após acabar de mamar, o bebê chorava desesperado. Em vez disso, se ficasse com ele no colo e o embalasse um pouco antes de colocá-lo no berço, era mais fácil que o bebê se traquilizasse e dormisse. Durante esse tempo que estava nos braços, claro, o bebê arrotava. E como ninguém queria reconhecer que o colo da mãe era bom para o bebê (como vai ser bom? O colo da mãe é mau, estraga, o bebê não tem que ficar no colo, ou ficará manhoso!), preferiram pensar que era o arroto, e não a presença da mãe, que havia feito o milagre.
 
verdade é que muitas mães modernas têm a ideia de que o arroto é importantíssimo, fundamental para a saúde e bem estar do seu filho. Tem que arrotar custe o que custar. Mas os bebês amamentados, se mamaram corretamente, não engolem quase nada de ar (os lábios se fecham hermeticamente sobre o peito, razão pelo qual o ar não entra; e dentro do peito não tem ar, ao contrário da mamadeira). Muitas vezes, os bebês de peito não arrotam depois de mamar. Por outro lado, quando estão com a pega errada, é possível que engulam ar, fazendo um barulho como de beijinhos, porque fica uma frestinha entre os lábios e o peito.


Uma vez uma mãe me explicou que seu filho custa a arrotar, que tem de ficar uma hora dando tapinhas nas costas, que ele chora, inclusive,de tão mal que fica, até que por fim pode eliminar os gases. Pobre criatura, o que acontece é que não tem gases para eliminar; chora de tantos tapinhas e voltas que dão com ele, e ao final elimina o ar que engoliu enquanto chorava.

Não fique obsessiva com o arroto. Depois de mamar, é uma boa ideia deixar o bebê por um tempo no colo. Isso ele vai gostar. Se nesse tempo eliminar os gases, está bem. E se não, pode ser que não tenha gases. Não lhe dê tapinhas nas costas, não lhe dê camomila, nem erva-doce, nem água, nem nenhum remédio para gases (nem natural nem artificial, nem alopático nem fitoterápico, nem comprado, nem o que tenha em casa).

 
Do livro Um regalo para toda la vida- Guía de la lactancia materna, de Carlos González

Tradução: Fernanda Mainier
Revisão: Luciana Freitas